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2 de março de 2021

Como sempre, no decorrer do exercício ocorrem muitas movimentações que são objeto de instrução à elaboração do IRPF, em 2020 com certeza não foi diferente e, a fim de auxiliá-los na sua busca, agrupamos numa lista os documentos necessários. Acreditamos que desta forma, será mais fácil você verificar minuciosamente todos os atos e fatos que, porventura, podem ter gerado alguma alteração no seu patrimônio, bem como nas suas receitas e despesas. Por isso, sugerimos a seguir alguns itens para facilitar a sua busca ou pesquisa:

a) Aquisições Patrimoniais

  • Automóveis (cópia de Recibo/NF de compra e venda, e Renavam);
  • Cota de clube;
  • Recebimento de doações ou heranças;
  • Participação societária;
  • Imóveis (Escritura ou Registro) data de aquisição, área do imóvel, registro de inscrição em órgão público e no cartório;
  • Investimento em Mercado de Capitais; 
  • Equipamentos, etc.

b) Baixas Patrimoniais

  • Venda ou doação de algum dos bens relacionados no item anterior.

c) Deduções

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25 de agosto de 2020

Pela primeira vez, tivemos o prazo para entrega do Imposto de Renda prorrogado devido à pandemia do coronavírus e, mesmo assim, muitas pessoas deixaram para ficar em dia com as exigências do Governo Federal no finalzinho da data estabelecida para 2020.

Afinal, quem nunca deixou para fazer a Declaração do Imposto de Renda na última hora? É comum ficarmos mais atentos aos acontecimentos mais imediatos do que àqueles de longo prazo.

Mas, neste artigo vamos explicar quais as consequências deste comportamento no Imposto de Renda e como a Previsão pode te ajudar a facilitar todo o processo.

Você também vai ver por que o estigma de que fazer o Imposto de Renda é um processo muito cansativo e não condiz mais com a realidade.

Qual o impacto de deixar o Imposto de Renda para última hora

Ao postergar os cuidados com a documentação do Imposto de Renda, você aumenta as chances de cair na malha fina e ter prejuízos financeiros:

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17 de agosto de 2020

O Livro Caixa é um documento de registro das entradas e saídas financeiras da sua Clínica Médica ou Consultório, que deve ser feito mensalmente e em ordem cronológica. Desta forma, ele facilita e assegura uma apuração mais assertiva na hora de fazer a Declaração do Imposto sobre a Renda, já que diversos valores informados nele são dedutíveis, reduzindo o total a ser pago ao Fisco, mês a mês.

Ele serve para profissionais autônomos e liberais que trabalham como Pessoa Física. Não podem ser utilizados por médicos que possuem vínculo empregatício através da CLT ou são servidores públicos.

Mas, como existem algumas linhas tênues nas regras do Imposto de Renda e nem todos os valores são dedutíveis, surgem diversas dúvidas por parte dos contribuintes.

Para ajudar a esclarecer, separamos as principais atividades que podem ou não ser dedutíveis no Livro Caixa. Lembrando que, na hora de fazer a distinção, o trabalho do contador é muito importante.

São dedutíveis:

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24 de junho de 2020

Veja como analisar e tomar decisões assertivas diante do panorama de crise financeira causada pela pandemia do coronavírus.

9 de junho de 2020

Entenda qual é o papel da contabilidade médica para restabelecimento da segurança financeira ainda em 2020.

14 de maio de 2020

Desde abril desse ano, o Governo Federal tem anunciado uma série de medidas para conter os impactos sociais e econômicos causados pelo novo Coronavírus. Diante disso, o Ministério da Economia adotou algumas medidas emergências para minimizar os prejuízos econômicos e aliviar o fluxo de caixa das empresas pelos próximos três meses.

Entre elas, destacam-se:

1. Resolução CGSN nº 154/2020 – PARA AS EMPRESAS ENQUADRADAS NO SIMPLES NACIONAL:

Postergou o pagamento do DAS que venceriam em abril, maio e junho de 2020 para julho, agosto e setembro de 2020.

2. Portaria 139/2020 do Ministério da Economia – PARA AS EMPRESAS ENQUADRADAS NO LUCRO PRESUMIDO

Postergou o pagamento do PIS e COFINS, que venceriam em abril e maio de 2020 para agosto e outubro de 2020.

IMPORTANTE: As medidas apontadas pela Portaria 139/2020 não abrangem o recolhimento dos tributos federais, como o IRPJ e a CSLL, os quais vencem trimestralment

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25 de março de 2020

Ela foi instaurada com o intuito de flexibilizar as normas trabalhistas para preservação do emprego e da renda. Além de facilitar o enfrentamento desta situação tão delicada.

A referida MP permite que, enquanto durar o estado de calamidade pública, sejam elaborados acordos individuais escritos, diretamente com o empregado, para adequar a relação de trabalho, respeitando sempre os limites constitucionais, entre eles os previstos no artigo 7º da Constituição Federal, que traz o patamar civilizatório mínimo do empregado.

Seguem as principais mudanças:

Como já estamos em estado de calamidade pública desde o dia 20 de março reconhecido pelo Senado e devido ao coronavírus, algumas mudanças são extremamente necessárias. Por isso, a criação da Medida Provisória 927/2020.

1) REDUÇÃO DE SALÁRIO? NÃO.
De antemão, é preciso esclarecer que essa medida provisória não autorizou, expressamente a redução de salário, pois tal conduta é vedada no artigo 7º, inciso VI da CF/88, salvo se disposto em convenção ou acordo coletivo. Portanto, regra geral, a redução salarial, mediante acordo individual, é incon

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20 de fevereiro de 2020

Como sempre, no decorrer do exercício ocorrem muitas movimentações que são objeto de instrução à elaboração do IRPF, em 2019 com certeza não foi diferente e, a fim de auxiliá-los na sua busca, agrupamos numa lista os documentos necessários. Acreditamos que desta forma, será mais fácil você verificar minuciosamente todos os atos e fatos que, porventura, podem ter gerado alguma alteração no seu patrimônio, bem como nas suas receitas e despesas. Por isso, sugerimos a seguir alguns itens para facilitar a sua busca ou pesquisa:

a) Aquisições Patrimoniais

  • Automóveis (cópia de Recibo/NF de compra e venda, e Renavam);
  • Cota de clube;
  • Recebimento de doações ou heranças;
  • Participação societária;
  • Imóveis (Escritura ou Registro) data de aquisição, área do imóvel, registro de inscrição em órgão público e no cartório;
  • Investimento em Mercado de Capitais; 
  • Equipamentos, etc.

b) Baixas Patrimoniais

  • Venda ou doação de algum dos bens relacionados no item anterior.

c) Deduçõ

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16 de outubro de 2019

Você já deve ter ficado sabendo que a MP881 foi aprovada e sancionada como lei (Lei 13.874), publicada em edição extra do Diário Oficial da União, no dia 20 de setembro de 2019.

Com certeza você já deve ter pensado muitas vezes antes de abrir uma empresa justamente pelas exigências e diversas normas restritivas.Esta nova lei facilita a abertura de empresas devido à desburocratização de processos, que passarão a ser mais simples e automáticos.

Esta novidade pode gerar também, no prazo de dez anos, 3,7 milhões de empregos e mais de 7% de crescimento da economia. Estes são dados de estudos realizados pela Secretaria de Política Econômica.

O texto aprovado flexibiliza regras trabalhistas. O registro de ponto para empresas com até 20 empregados é um exemplo. Outro é a eliminação de alvarás para atividades consideradas de baixo risco.

Mais um quesito que muda com a nova lei é que o patrimônio dos sócios de empresas fica separado das dívidas de uma pessoa jurídica.

Entenda melhor algumas das principais mudanças:

Ab

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5 de setembro de 2019

Você sabe para o que serve este tipo de imposto? Quem é obrigado a pagar? Por que é importante saber isso?

Este artigo vai te esclarecer todas essas indagações e outros detalhes.

O que é ISS?

A sigla significa Imposto Sobre Serviços.

Lembra do antigo ISSQN (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza)? Então, o ISS o substitui.

Esse imposto incide sobre a prestação de serviços e é de competência dos municípios e Distrito Federal, ou seja, todos os valores recolhidos são destinados aos cofres públicos municipais.

É importante lembrar que por ser um tributo de ordem municipal, as regras e alíquotas variam de um município para o outro.

É regido, a partir de 01 de agosto de 2003, pela Lei complementar 116/2003. Tem como fato gerador a relação de serviços contida na Lei nº 11.438/1997.

Quem precisa pagar o ISS?

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